oq é q há na cabeça de alguem indeciso? perguntas
oq existe no pensar de alguem medroso? receio
em todos seus contarios qualidades,
qual na sua vida se torna verdade?
oq fez ou o q fiz identifica nossa identidade.
e se te disser que o bom já vem com o mal oq me diz?
-infeliz esse que nao dá um ponto final!!!
diga me se és feliz por total?
sao realmente coisas boas que há em ti?
-coloca ideias irreais dessafiando a capacidade nossa de ser feliz!!!
quem derá eu ter verdades tao absolutas quanto absurdas,
ter dá insensatez de poucas lutas um aprendizado icontestavel
e nessa um caminho tao longo que ignorante é quem diz que nao é inelutavel!
é interessante, em livros, em quadros, em deus cada canto tem em si sua verdade
esta longe de mim discutir.-amigos to tbm cansado de declara-la como inefavel.
quem me diz tal resposta?
para que nao páre tanto o texto como a discussao
que em nossos atos usemos da razao
e viveremos de nossas virtudes!
A montanha
ESSE BLOG É O PRIMEIRO DA TRILOGIA: MONTANHA ,O GELO E A AGUA ,QUE ABORDARÃO DE MANEIRA EXEPCIONAL TODA A ABRANGENCIA DO PENSAR HUMANO, TRILHARÁ VC POR UMA GRANDE VIAGEM DE DESCOBERTAS E NOVAS QUESTOES.
a montanha
uma viagem inesquecivel a si mesmo
segunda-feira, 26 de abril de 2010
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
a montanha
os sentimentos humanos variam de intensidade equiparavel a uma serra
cada montanha para nos é um novo conhecimento, um novo jeito de ver a vida...
e em escala maior toda a vida é uma montanha!
a visao do topo nem sempre é das melhores
e nem sempre o final é em cima!
cada montanha para nos é um novo conhecimento, um novo jeito de ver a vida...
e em escala maior toda a vida é uma montanha!
a visao do topo nem sempre é das melhores
e nem sempre o final é em cima!
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
como auto-forma-se um herói?
as vezes por experiências desastrosas,
compostos quimicos...
no entanto,o povo pode tambem faze-lo
criar, de suas proprias necessidades
alguem que por ele possa lutar!
travestimos de heróis qualquer pessoa!
damos a ele poder,
aquele tipico carisma, confiança!
mas , esqueçemos de dar-lhe o principal,
o poder de fugir das balas, da corrupção
e nosso heroi cai...morre
e o que resta?...
já se foi a luta, esta vivo algo vazio
o senso de disputa mal se ergueu , já caiu.
e a voz baixa , a cabeça baixa.... é tudo que se vê.
Não se sabe nem quem é o vilão
só se sabe que a razão se perdeu.
lutar pra quê?
as vezes por experiências desastrosas,
compostos quimicos...
no entanto,o povo pode tambem faze-lo
criar, de suas proprias necessidades
alguem que por ele possa lutar!
travestimos de heróis qualquer pessoa!
damos a ele poder,
aquele tipico carisma, confiança!
mas , esqueçemos de dar-lhe o principal,
o poder de fugir das balas, da corrupção
e nosso heroi cai...morre
e o que resta?...
já se foi a luta, esta vivo algo vazio
o senso de disputa mal se ergueu , já caiu.
e a voz baixa , a cabeça baixa.... é tudo que se vê.
Não se sabe nem quem é o vilão
só se sabe que a razão se perdeu.
lutar pra quê?
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Tenho tanto sentimentoQue é freqüente persuadir-meDe que sou sentimental,Mas reconheço, ao medir-me,Que tudo isso é pensamento,Que não senti afinal.
Temos, todos que vivemos,Uma vida que é vividaE outra vida que é pensada,E a única vida que temosÉ essa que é divididaEntre a verdadeira e a errada.
Qual porém é a verdadeiraE qual errada, ninguémNos saberá explicar;E vivemos de maneiraQue a vida que a gente temÉ a que tem que pensar.
Fernando Pessoa, 18-9-1933
Temos, todos que vivemos,Uma vida que é vividaE outra vida que é pensada,E a única vida que temosÉ essa que é divididaEntre a verdadeira e a errada.
Qual porém é a verdadeiraE qual errada, ninguémNos saberá explicar;E vivemos de maneiraQue a vida que a gente temÉ a que tem que pensar.
Fernando Pessoa, 18-9-1933
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
prelúdio
nota poetica:
A construção literaria nao deve ser considerada de maior ou menor complexidade apenas levando em conta o seu tamanho, isso é pura estética ,a obra pode dizer muito em poucas palavras.
sob os cânticos
que preenche-nos com que nos falta
a luz, magia, fatiga nostalgica.
Velha sobra ignóbil da arte,
vive-se pra vencer como todo, nao em partes!
A construção literaria nao deve ser considerada de maior ou menor complexidade apenas levando em conta o seu tamanho, isso é pura estética ,a obra pode dizer muito em poucas palavras.
sob os cânticos
que preenche-nos com que nos falta
a luz, magia, fatiga nostalgica.
Velha sobra ignóbil da arte,
vive-se pra vencer como todo, nao em partes!
NOTA PRELIMINAR
1 - Em todo o momento de atividade mental acontece em nós um duplo fenômeno de percepção: ao mesmo tempo que tempos consciência dum estado de alma, temos diante de nós, impressionando-nos os sentidos que estão virados para o exterior, uma paisagem qualquer, entendendo por paisagem, para conveniência de frases, tudo o que forma o mundo exterior num determinado momento da nossa percepção.
2 - Todo o estado de alma é uma passagem. Isto é, todo o estado de alma é não só representável por uma paisagem, mas verdadeiramente uma paisagem. Há em nós um espaço interior onde a matéria da nossa vida física se agita. Assim uma tristeza é um lago morto dentro de nós, uma alegria um dia de sol no nosso espírito. E - mesmo que se não queira admitir que todo o estado de alma é uma paisagem - pode ao menos admitir-se que todo o estado de alma se pode representar por uma paisagem. Se eu disser "Há sol nos meus pensamentos", ninguém compreenderá que os meus pensamentos são tristes.
3 - Assim, tendo nós, ao mesmo tempo, consciência do exterior e do nosso espírito, e sendo o nosso espírito uma paisagem, tempos ao mesmo tempo consciência de duas paisagens. Ora, essas paisagens fundem-se, interpenetram-se, de modo que o nosso estado de alma, seja ele qual for, sofre um pouco da paisagem que estamos vendo - num dia de sol uma alma triste não pode estar tão triste como num dia de chuva - e, também, a paisagem exterior sofre do nosso estado de alma - é de todos os tempos dizer-se, sobretudo em verso, coisas como que "na ausência da amada o sol não brilha", e outras coisas assim. De maneira que a arte que queira representar bem a realidade terá de a dar através duma representação simultânea da paisagem interior e da paisagem exterior. Resulta que terá de tentar dar uma intersecção de duas paisagens. Tem de ser duas paisagens, mas pode ser - não se querendo admitir que um estado de alma é uma paisagem - que se queira simplesmente interseccionar um estado de alma (puro e simples sentimento) com a paisagem exterior. [...]
1 - Em todo o momento de atividade mental acontece em nós um duplo fenômeno de percepção: ao mesmo tempo que tempos consciência dum estado de alma, temos diante de nós, impressionando-nos os sentidos que estão virados para o exterior, uma paisagem qualquer, entendendo por paisagem, para conveniência de frases, tudo o que forma o mundo exterior num determinado momento da nossa percepção.
2 - Todo o estado de alma é uma passagem. Isto é, todo o estado de alma é não só representável por uma paisagem, mas verdadeiramente uma paisagem. Há em nós um espaço interior onde a matéria da nossa vida física se agita. Assim uma tristeza é um lago morto dentro de nós, uma alegria um dia de sol no nosso espírito. E - mesmo que se não queira admitir que todo o estado de alma é uma paisagem - pode ao menos admitir-se que todo o estado de alma se pode representar por uma paisagem. Se eu disser "Há sol nos meus pensamentos", ninguém compreenderá que os meus pensamentos são tristes.
3 - Assim, tendo nós, ao mesmo tempo, consciência do exterior e do nosso espírito, e sendo o nosso espírito uma paisagem, tempos ao mesmo tempo consciência de duas paisagens. Ora, essas paisagens fundem-se, interpenetram-se, de modo que o nosso estado de alma, seja ele qual for, sofre um pouco da paisagem que estamos vendo - num dia de sol uma alma triste não pode estar tão triste como num dia de chuva - e, também, a paisagem exterior sofre do nosso estado de alma - é de todos os tempos dizer-se, sobretudo em verso, coisas como que "na ausência da amada o sol não brilha", e outras coisas assim. De maneira que a arte que queira representar bem a realidade terá de a dar através duma representação simultânea da paisagem interior e da paisagem exterior. Resulta que terá de tentar dar uma intersecção de duas paisagens. Tem de ser duas paisagens, mas pode ser - não se querendo admitir que um estado de alma é uma paisagem - que se queira simplesmente interseccionar um estado de alma (puro e simples sentimento) com a paisagem exterior. [...]
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